Fui passar o fim de semana fora. Comprámos cerveja com fartura e carne de porco para foder o acido úrico. Sim, sofro dessa merda... um pequeno preço a pagar pelo prazer de beber, de viajar até ao meu mundo.
Resumindo passei 3 dias a beber a procura da perfeição e aos poucos tudo começou a fazer sentido, até que começaram a distinguir-se os amadores dos profissionais e acabei por sair à noite mais um artista que se aguentou.
Embora estivesse bem encharcado faltava sempre a penúltima até que fui obrigado a mudar de naipe... da cerveja para o vodka, mais homossexual eu sei mas na tentativa de parecer um igual a toda a merda que me rodeava. Todos falam alto e dizem merda, vestem-se e perfumam-se para sair a noite e eu só quero o fiel copo, esse não olha para a roupa nem cheira o sovaco a um homem. Está fresco e quer descer... como se não houvesse amanhã.
Do nada vejo uma gaja numa mesa com anjinhos. Como não sei rezar caguei para os anjinhos e meti conversa com ela. Aqui é que vem a parte da transmissão de conhecimento. Nunca abordar uma cabra com falinhas mansas, até porque se correr bem estão condenados ao cinema e ao café durante 15 dias até se poder passar uma mão na teta. Disse-lhe que era uma pena estar a perder-se naquela vida e que eu queria ajuda-la a ser alguem. Fodasse, depois reparei que aquilo não era uma casa de putas e já tinha metido agua. É o habito. Ela achou piada e arranjei conversa por mais duas horas. Entretanto existe outra fresquinha que me come com os olhos, que dá ares de que transpira a foder e que pede mais quando já tens a mão toda lá dentro do cú da querida (parafraseando o mestre do anal, o grande Taveira). Mas a bebedeira deu para o amor e em vez de rebentar aquilo tudo falei mais com a outra a espera do beijinho. Para variar a menina queria conhecer-me melhor e era cedo para avançarmos. Caguei para tudo, fui ao fiel balcão beber e ela pergunta-me: Ficaste chateado? Eu não, respondi. Eu até sou o lingua de ouro quem perde es tu. Ate te digo uma coisa, vou falar com aquela rapariga ali ao lado para ver se ela te quer lamber. Com os pasteis de nata que estão aqui na montra, nada melhor do que uma noite lésbica para eu ver e comer pasteis de nata, que dizes?
Depois disto finalmente consegui estar sossegado ao balcão e já sem complexos mudei para a cerveja outra vez. Acabei a noite a dormir ao lado da porca da transpiraçao que tinha o cu tao apertado que adormeci a tentar po-la lá dentro. Não foi a cerveja foi o aperto do cú, logo o alcool continua a não surtir qualquer efeito negativo em mim.
sábado, 11 de outubro de 2008
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